A hiperferritinemia é caracterizada pela elevação dos níveis de ferritina no sangue, que pode indicar sobrecarga de ferro no organismo. Ela pode estar associada a inflamações crônicas, doenças hepáticas, alterações metabólicas, mas pode também ser causada por uma condição genética denominada hemocromatose hereditária que leva ao acúmulo excessivo de ferro em órgãos como fígado, coração e pâncreas.
Os principais sintomas são: fadiga, dor nas articulações, alteração na coloração da pele e problemas hepáticos. O diagnóstico envolve exames de sangue, testes genéticos e, em alguns casos, ressonância magnética para quantificar o depósito de ferro nos órgãos. O tratamento pode incluir flebotomias terapêuticas (retirada de sangue), ajustes na dieta e o uso de quelantes de ferro em casos mais graves.